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Nama Baru – A prova de que comida vegetariana pode ser muito boa

Depois de tanto tempo sem postar nada, tanto tempo que dá até vergonha, resolvi escrever sobre um de nossos restaurantes favoritos em São Paulo: o Nama Baru.

Este é um restaurante que acompanhamos há muitos anos, desde os tempos em que ficava na Avenida Pompéia. Agora, estão em um ambiente muito maior, mais bonito e acolhedor, na Barão de Bananal.

Para nós, o Nama é a prova de que comida vegetariana pode ser excelente (melhor inclusive que o Banana Verde, famosíssimo na Vila Madalena), mesmo para carnívoros como nós, fanáticos por uma carne super mal passada! Mas se você não passa uma refeição sem proteína animal, não se preocupe, pois há opções com frango, porco, carne, peixes e frutos do mar, todos em versões asiáticas, claro.

Das várias opções de entrada, gostamos muito da trouxinha de frango com coentro, milho e molho thai:

Trouxinhas de frango com coentro, milho e molho thai

Trouxinhas de frango com coentro, milho e molho thai

Dentre os pratos principais, nossos preferidos (90% das vezes escolhemos 2 dentre estes 3) são o curry vegetariano de cúrcuma, o curry de camarão ou o Hakka Noodle.

O curry vegetariano vem com cúrcuma, leite de côco com abóbora, shitake, batata doce, castanha d’água, soja torrada, semente de mostarda, e um delicioso arroz jasmim para acompanhar:

Curry Vegetariano de Cúrcuma

Curry Vegetariano de Cúrcuma

Já o curry de camarão vem com castanha d’água, tomatinho cereja, nirá (essas cebolinhas com uma espécie de flor na ponta), cenoura, pasta amarela e leite de côco, e mais uma vez o excelente arroz jarmim:

Curry de Camarão

Curry de Camarão

E o terceiro dentre os nossos favoritos é o Hakka Noodle: shitake, shimeji, eryngui (um tipo de cogumelo), macarrão de arroz, cebola roxa, moyashi (broto de feijão) e tofu:

Hakka Noodle

Hakka Noodle

Além de deliciosos, os pratos são muito bonitos, como vocês podem ver.

Vamos ficar devendo as sobremesas, mas podem ir sem medo! São poucas as opções, mas muito boas!

Outro destaque vai para o excelente serviço: rápido, atencioso mas sem incomodar, bastante profissional e agradável.

Os preços é claro que não são baixos. Uma refeição, com entrada, prato principal, bebidas, sobremesa e os 10% ficam em torno de R$ 75,00 por pessoa.

 

Nama Baru

http://www.namabaru.com.br/

Rua Barão do Bananal, 991 – Pompeia – São Paulo – SP

(11) 2548-7749

Roteiros gastronômicos em São Paulo

Hoje, resolvemos fazer um roteiro para um fim de semana prolongado, com uma seleção dos melhores restaurantes de São Paulo já blogados por aqui.

Pra facilitar ainda mais a sua vida, dividimos os restaurantes naquelas duas fases do mês: aquela em que estamos ricos no VR e todo dia queremos fazer uma pequena… Ou grande… Ou enorme… Estravagância!!! E aquele período em que VR e salário já acabaram faz tempo:

Para a fase “Tô rico no VR”, nossas dicas são:

Dia 1 – Almoço – Feijoada super tradicional e famosa: Star City ou Bolinha (nessa ordem de preferência)

Caso prefira opções um pouco mais em conta, mas não tão tradicionais, também sugerimos: Casa da Lana, Feijoada da Lana e Pompéia Bar.

Dia 1 – Jantar – Japonês para compensar o pé na jaca do almoço: Sushi Kiyo 

Dia 2 – Almoço – Bistrô Italiano: Arturito

Dia 2 – Jantar – Bistrô Francês: Le Vin ou Le Bouchon

Dia 3 – Almoço – Carnes: El Tranvia

Dia 3 – Jantar – Contemporâneo: Carlota

 

Agora, se você está naquela fase “Salário, chegue logo que eu quero lhe usar!”, nossas sugestões são:

Dia 1 – Almoço – Feijoada boa e barata: Feijoada da Dona Marisa

Dia 1 – Jantar – Japonês: Mugui ou Sukiyaki House

Dia 2 – Almoço: Feira da Kantuta ou Al Árabe

Dia 2 – Jantar: Jorge

Dia 3 – Almoço – Bar do Biu

Dia 3 – Jantar – Porco Rei

Não gostou dessas opções? Na categoria São Paulo tem mais de 60 posts para você personalizar o seu roteiro.

E rico ou não no VR, sempre vale uma passadinha no Doce de Laura para comer um pudim de claras ou no Stuzzi para um sorvetinho!

Stuzzi – o melhor sorvete de SP

Mais um tema polêmico: qual sua sorveteria preferida? Alguns vão dizer que é a Freddo, Bacio di Latte, Frida & Mina, AlaskaHäagen-Dazs

A nossa preferida é a Stuzzi, que faz um sorvete italiano tradicional, bem cremoso e sem nenhum cristal de gelo no meio (um dos pecados da Alaska, embora muito saborosa!), com sabores marcantes das frutas, castanhas, chocolates…

Os preferidos da Glutinha são os de chocolate, e quanto mais amargo melhor. Os meus votos vão para avelã e pistache, nessa ordem.

Sorvete de Chocolate meio amargo da Stuzzi

Sorvete de Chocolate meio amargo da Stuzzi

Sorvete de avelã e pistache da Stuzzi

Sorvete de avelã e pistache da Stuzzi

Preços de novembro/13: uma bola sai por 9 reais e meio litro por 26. Nem preciso dizer que sempre levamos o potinho de meio litro pra casa, né? 😛

Stuzzi:

Vila Madalena
Rua Paulistânia, 450, São Paulo
Tel. (011) 3816-0279

Campo Belo
Rua Zacarias de Góis, 1419, São Paulo
Tel. (011) 2495-2272

 

El Tranvia – um bom churrasco ao estilo uruguaio

O El Tranvia estava na nossa lista há muito tempo, mas com tantas opções de boas comidas para provar, a vez dele ainda não havia chegado. Mas eis que, para a felicidade de nossos estômagos, a oportunidade finalmente veio!

Embora haja opções vegetarianas, como saladas, batatas e tortillas, este é realmente um restaurante para os amantes dos prazeres da carne, grelhadas com perfeição!

Nós começamos com uma salada Araminda (excelente por sinal!), que leva alface, rúcula, agrião, cenoura, mussarela de búfala, palmitos, batata palha e croutons de bacon:

Salada Araminda

Salada Araminda

Reparem que pedimos sem a batata palha! Em geral, não curtimos salada com batata palha…

Como prato principal, pedimos o Bife El Tranvia, acompanhado de arroz Biro Biro (arroz com ovos mexidos, bacon e batata palha) e Boniato al Plomo (batata doce assada, coberta com manteiga, gorgonzola, alho e bacon) que havíamos provado em Montevidéu  e achamos o máximo:

Bife El Tranvia

Bife El Tranvia

Outro ângulo para dar água na boca

Outro ângulo para dar água na boca

Reparem na suculência e na perfeição do ponto da carne! Dá água na boca só de pensar…

A batata doce, além de tá uma coisa de lôco, era imensamente ogra (reparem nas curvas do requeijão!):

Boniato Al Plomo

Boniato Al Plomo

Um corte lateral dessa batata doce gorda e ogra :-))

Um corte lateral dessa batata doce gorda e ogra :-))

Devemos admitir que apesar de deliciosa, não foi possível comer toda a batata, que certamente tinha mais de meio kilo!

E o mais comunzinho foi o arroz Biro Biro:

Arroz Biro Biro

Arroz Biro Biro

E apesar de comum, também estava gostosinho…

Quanto aos preços, é proporcional à qualidade: 40 reais pela salada, 74 reais pela carne, 22 reais pelo boniato e 16 reais pelo arroz Biro Biro. Só os pratos e os 10% já dá quase 170 reais para duas pessoas… Os valores são de dezembro de 2013.

Se animou? Então, dá um pulo lá e nos conte o que achou:

El Tranvia

Rua Conselheiro Brotero, 903 – Santa Cecília – São Paulo – SP

Telefone: (011) 3664-8313

Em busca da melhor feijoada de São Paulo – Pompéia Bar

Em nossa eterna busca pela melhor feijoada de nossas vidas, fomos ao Pompéia Bar.

Não tínhamos grandes expectativas, mas eis que fomos surpreendidos por uma excelente feijuca e um ótimo atendimento. Destaque para Dona Olga, atenta a tudo e super simpática!

A feijoada é servida em buffet, por R$ 39,90/pessoa, preços de maio de 2012.

Buffet de Feijoada

Buffet de Feijoada

As carnes são servidas em cumbucas separadas:

Feijão e carnes servidos separados

Feijão e carnes servidos separados

Como acompanhamento: bisteca, farofa, couve, mandioca e diversos molhos, alguns mais apimentados que outros, além do molhinho tradicional de feijoada:

Acompanhamentos e molhos

Acompanhamentos e molhos

Também tinha uma caipirinha para abrir o apetite e laranjas convenientemente descascadas… Adoro!

Caipirinha e laranjas

Caipirinha e laranjas

E para os botequeiros, um buffet de aperitivos para acompanhar a cerveja:

Tira gosto!

Tira gosto!

Mas, voltando à feijuca, para o meu paladar é uma das melhores de Sampa. O caldo do feijão estava perfeito, carnes bonitas, linguiça frita e bisteca excelentes, enfim, tudo muito saboroso:

06_Feijoada

Primeiro prato

A farofa é feita com farinha de mandioca (que nem é das minhas preferidas, gosto mais das feitas com farinha de milho), mas estava molhadinha e macia. Gostei!

Segundo prato

Segundo prato

E o arroz não é parboilizado, como servem em alguns lugares… Mais um ponto positivo para o Bar da Dona Olga!

Falando em Bar da Dona Olga, uma correção: na verdade, o dono é o filho dela. Eles possuem outra unidade, na Avenida Pompéia, no qual também já fomos e comentaremos em outro post.

A unidade da Augusto de Miranda existe desde 1999 e já ganhou diversos prêmios. Dentre eles, o de chopp bem tirado, e o nosso preferido: segundo lugar em higiene, pelo Boteco Bohemia!

Prêmios

Prêmios

Antes de ir embora, um pudim de leite de sobremesa:

09_Pudim

Conclusão: a feijoada é muito boa e merece sua visita. Prove e nos diga se gostou. Pode ser aqui mesmo ou no Facebook!

 

Pompéia Bar:

Endereço: R. Dr. Augusto de Miranda, 712, Pompéia, São Paulo

Horários: 2a a sábado, das 12 à meia-noite.

Telefone: (11) 3872-1769

Site: http://www.pompeiabar.com.br/site.html

Filé Alpino da Caverna Bugre

Já faz aproximadamente uma década que conhecemos o Caverna Bugre e seu famoso Filé Alpino. No entanto, o restaurante existe há mais de 60 anos.

Dessa vez, voltamos lá não apenas para matar a saudade, mas também para registrar mais um clássico de São Paulo para vocês.

Começamos com meia porção de Linguiça de Vitela, uma linguiça branca, bem temperada por esse “pózinho” branco que parece tempero de miojo, sazon, queijo ralado ou simplesmente uma farinha, mas na verdade trata-se de sal de aipo…

Linguiça Branca de Vitela

Repare que acompanha um molhinho de pimenta e mostardas amarela e escura.

Linguiça Branca de Vitela cortada ao meio

À primeira vista, não parece uma linguiça branca. Ao cortar, podemos ver que é.

Na sequência, veio o Filé Alpino:

Filé Alpino

O prato é composto por filé mignon com cerca de 1,5 cm de altura, em forma de hambúrguer, coberto por copa, catupiry e provolone, gratinados com molho inglês. Acompanha arroz, que é servido regado pelo molho inglês da carne. Um prato inteiro vem com duas porções de filé e serve bem duas pessoas. Nós demos conta do prato inteiro e da porção de linguiça com um certo esforço…

Essa combinação, obviamente, não é muito light em sal, nem em gordura, mas é muito saborosa. Recomendamos!

O serviço foi um pouco lento, mas simpático.

Aos finais de semana, o restaurante fica lotado e optamos por ir depois das 15 hs.

Valores: o Filé Alpino para duas pessoas custava R$ 70,80, em maio de 2012. A porção individual custa exatamente a metade. Já a porção inteira de linguiça branca custava R$ 18,90 e meia-porção saía por R$ 12,60.

O Caverna Bugre fica na Rua Teodoro Sampaio, 334, Pinheiros, São Paulo, e funciona de segunda a sexta das 12hs às 15hs e das 19hs à meia-noite. Aos sábados, das 12 à meia-noite, e domingos, das 12 às 22 hs. É possível fazer reserva ligando no (11) 3085-6984.

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Galinhada do Alex Atala

Já faz algum tempo que queríamos provar aquela galinhada famosa pela confusão na virada gastronômica. Aliás, a polêmica serviu para nos lembrar que o Dalva e Dito estava esquecido na nossa listinha…

A Galinhada do Alex Atala é, na verdade, do Geovane Carneiro, subchefe do D.O.M. (eleito recentemente o quarto melhor restaurante do mundo). Após o expediente, o Geovane costumava preparar o prato para a equipe. A fama começou a se espalhar entre os cozinheiros de outros restaurantes, chegou à clientela, e então, passaram a abrir a cozinha do Dalva e Dito a partir da meia-noite de sábado para servir ao público, sempre embalada por um grupo de samba.

No dia escolhido para a degustação, chegamos alguns minutos antes da meia-noite. A fila já estava grande, com espera de 30 a 45 min. A nossa dica é chegar às 23h30 e ficar no hall de entrada, onde há algumas mesinhas para quem está aguardando a mesa. Você pode tomar alguma coisa, comer umas porções, e quando começam a servir a galinhada, permitem que você coma ali mesmo. A maior vantagem é que esse ambiente é isolado do resto por uma porta de vidro, o que reduz o volume do pagodão, facilitando a conversa com os amigos, e não é contaminada pelo cheiro de cigarro. Daqui a pouco, explico melhor isso…

Cerca de 1h depois de chegarmos,  achamos que estava demorando demais e que estavam passando pessoas na nossa frente, fomos perguntar se a hostess não havia esquecido de nós. A cara de susto entregou a moça: ela assumiu que todos resolveram comer ali mesmo e desistiram das mesas. Imperdoável! Mas, rapidamente, ela arranjou dois lugares em uma mesa coletiva. Não era exatamente o que esperávamos, mas ok.

Depois de acomodados, fomos à fila:

Cozinha aberta ao público

Arroz de pequi, arroz branco e a rotissol ao fundo (vermelha)

A galinhada oficial é uma galinha caipira, cortada em pedaços, cozida com ervas e temperos depois de passar por um período em salmoura e outro marinando. Ao caldo desse cozido é adicionada farinha de mandioca e eis que temos um pirão de galinha! Completam o prato a farofa, arroz de pequi e quiabo.

Costelinha, galinha assada e pirão

Para agradar um número maior de pessoas, foram feitas algumas alterações no modo de preparo (veja a receita apresentada pelo próprio Alex Atala no programa da Ana Maria Braga). O arroz, por exemplo, não é cozido no caldo com a galinha. No Dalva e Dito, é servido um arroz cozido com óleo de pequi e arroz branco, Além disso, foram adicionadas duas alternativas: galinha assada na rotissol (máquina francesa para preparar o frango de televisão) e costelinha de porco.

Arroz de pequi

Quiabo

Farofa

O sistema de buffet traz algumas desvantagens, é claro: quando chegou a nossa vez, não tinha coxa e peito, por exemplo. Já uma patricinha à nossa frente procurava um pé de galinha, cena deveras interessante, diga-se de passagem…

Galinha cozida

Galinha assada

Costelinha de porco

Pirão de galinha

Meu primeiro prato

A Glutinha provou UM quiabo…

Trio de pimentas

Após nos servirmos e sentarmos em nossa mesa coletiva, senti um forte cheiro de cigarro. Perguntei ao garçom o motivo e ele me explicou que o fumódromo ficava na direção da nossa mesa, do lado de fora da casa. Porém, uma porta de vidro abria e fechava sempre que alguém saía para fumar ou retornava à casa e o vento trazia toda a fumaça para dentro do restaurante. E com o entra e sai frequente, acabam largando a porta aberta. Uma moça foi pedir para manter fechado e o cheiro reduziu por uns minutos, mas logo voltou.

Ao chegar em casa, nossa roupa e cabelos cheiravam cigarro, como se tivéssemos voltado das baladas de antigamente. Nunca pensei que isso aconteceria em um restaurante, ainda mais de um chef celebridade.

Com toda certeza, esse fumódromo está fora da lei e vamos mandar a fiscalização para autuar e exigir as devidas adequações. Para aqueles que não são de São Paulo, uma lei municipal proíbe qualquer pessoa de fumar em qualquer área coberta de estabelecimentos comerciais.

Ainda sobre o ambiente, o som é muito alto, pois rola o pagodão no subsolo. Particularmente, não gostamos muito de ambientes assim, pois precisamos levantar a voz para conversar, mas até que estava suportável.

Quanto à comida, não gostamos muito da galinha cozida. Acho que é questão de gosto mesmo. Muita gente fala bem.

Já o frango de televisão francesa, a galinha na rotissol, achei uma delícia. Estava bem temperada, com a pele bem sequinha e crocante. A costelinha de porco estava meio sem graça, com pouco tempero e naquele ponto que não sabemos se foi assada ou cozida.

Arroz, farofa e arroz de pequi não merecem nenhum destaque especial. O quiabo estava saboroso, mas alguns estavam maduros demais, fibrosos ao ponto de eu quase desistir de mastigar.

Bastante incomodados com a fumaça de cigarro, ainda tivemos pique para um segundo prato:

Segundo prato

Segundo prato da Glutinha

Conclusão:

A comida não empolgou. A galinha assada na rotissol estava boa, mas tem muita padaria que faz bons frangos de televisão. Já a galinhada, não é muito a nossa praia.

O atendimento deixou a desejar. Além da responsável pela fila passar uma galera na nossa frente, teve a questão do cigarro, o que nos fez recusar o pagamento da taxa de serviço. A propósito, eles arbitram em 12%, ao invés dos tradicionais 10% que vemos em qualquer restaurante do país. Essa experiência nos custou R$ 147,00 (a galinhada custa R$ 59,00 por pessoa) com direito a dois refrigerantes e valet.

PS: o Atala estava lá nesse dia. Provavelmente, nem percebeu o cheiro de cigarro no ambiente, pois é fumante…

Caso queira tirar a prova, o Dalva e Dito fica na Rua Padre João Manuel, 1115, Jardins, São Paulo.

Tel: (011) 3068-4444