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Archive for the ‘Peruanos’ Category

Chocotejas Helena – um bombom muito bom!

Vejam a beleza interior da Chocoteja Helena:

Chocoteja de pecana

Chocoteja de pecana

De dentro pra fora: tem doce de leite no centro, nozes pecãs e cobertura de chocolate!

Agora uma visão mais superficial:

Chocoteja de pecana

Chocoteja de pecana

Eu ganhei um monte, mas só lembrei de tirar foto quando só restavam esses!

A marca Helena é peruana e faz várias versões deste bombom. Eu já comi todos, mas este de nozes é meu favorito!

Vai pro Perú? Dá uma olhada nas tiendas da Helena: http://www.chocolateshelena.com/

 

Categorias:Chocolate, doces, Imperdiveis, Peruanos Etiquetas:

Mini Flashback Gastronômico – Suri Ceviche Bar

Faz muito tempo que tiramos fotos de comidas (bem antes de termos o blog)…só não sabíamos direito o que fazer com elas!

Pensando neste material todo que temos guardado, agora vamos publicar uma série chamada “Mini Flashback Gastronômico”. A verdade é que a gente não lembra mais dos detalhes, mas tem uma leve lembrança se gostou ou não. Sem contar que as fotos são bem bonitas!

Pra começar, vamos de Suri Ceviche Bar.

O que me lembro bem: fomos jantar durante a semana, era um dia frio!

Como é pra ser um flashback MINI, vamos logo às fotos:

Drink misterioso - só lembro que não gostei

Drink misterioso – só lembro que não gostei

Entrada: Bocaditos del Sur - pasteis de frutos do mar, bolinhos de carne de porco, empanadas de polvo

Entrada: Bocaditos del Sur – pastéis de frutos do mar, bolinhos de carne de porco e empanadas de polvo

Ceviche Clássico: corvina, com cebola roxa, coentro e milho com batata doce

Ceviche Clássico: corvina, cebola roxa, coentro e milho com batata doce

Corvina caribenha: corvina grelhada com molho de morrones, arroz de coco e patacón

Corvina caribenha: corvina grelhada com molho de morrones (pimentões), arroz de coco e patacones (banana verde empanada e frita)

Lembranças finais:

– gostamos muito mais ou menos;

– foi caro;

– o lugar era bem agradável.

Suri Ceviche Bar
R. Mateus Grou, 488 – Pinheiros 
Tel: 11 3034-1763

Feira da Kantuta – a Bolívia está logo ali no Pari!

ADOREI!

Adorei tudo na Feira da Kantuta!
(exceto os milhares de guardadores de carro logo na chegada da feira, odeio flanelinhas!)

Faz muito tempo que queria ir nessa feira, mas a preguiça de acordar antes do meio-dia num domingo me impedia fortemente! Até que num dia de muita coragem e desprendimento, consegui arrastar o Cabeça nesta empreitada e lá fomos nós em direção ao bairro do Pari, zona norte de SP.

A chegada foi meio estranha, confesso! Além dos guardadores de carro correndo na nossa direção como se fossem fazer um arrastão, logo percebi que éramos os únicos ‘turistas’ brasileiros (ou nipo-brasileiros, como preferir) a circular pela região. Sempre digo pro Cabeça que a gente tem cara de turista em qualquer lugar, mas ali naquele dia foi incrível! Só tinha boliviano e…a gente! (o que é bom sinal, afinal, seria suspeitíssimo uma feira boliviana cheia de chinês, sei lá!).

A feira da Kantuta acontece na Praça Kantuta, e a praça meio que fecha pra passagem de carros e vira um grande espaço fechado a céu aberto. Só por isso, já tava achando uma delícia, afinal, eu tô acostumada com uma São Paulo caótica, de muito trânsito, de movimento e buzinas o tempo todo. E, a praça, mesmo ficando pertinho da Avenida do Estado e da Marginal Tietê, se isola num clima muito agradável, calmo, com cara de bairro, de cidade do interior.

Ao redor da praça ficam as barraquinhas de comes, bebes e artigos de várias partes da América Latina. No centro da Praça, um alto-falante, música típica boliviana de fundo, com alternância de danças, cantos e até proclames em espanhol. Tudo pra você entrar no clima total!

Neste passeio, tínhamos dois objetivos: almoçar alguma coisa típica boliviana e tentar encontrar Inca Cola (aquele refri peruano que eu tanto falo neste blog!).

Pra vcs terem uma idéia, olha o esquema das barraquinhas:

Feira da kantuta_barraca

Feira da kantuta_barraca

Bem começamos a dar a volta na Praça quando meu radar estomacal começou a apitar! Olha só o que tavam vendendo:

Chichas!

Chichas!

Vejam bem a lista:

– Zuco de linaza: eu perguntei pro oráculo (google) o que era exatamente essa palavra “zuco”, mas não encontrei nenhuma resposta consistente, sendo assim, me sinto na liberdade de teorizar que é “suco” mesmo, só que escrito com sotaque espanhol, uma vez que o “Z” em espanhol pode ser lido com som de “s”. Linaza é linhaça mesmo. Ou seja: suco de linhaça! Ó que máximo!

– Fresco de mocochinche, fresco de manzana y piña:  essa palavra ‘fresco’ quer dizer fresco mesmo, ou seja, é pra deixar claro que são sucos ‘naturais’ digamos. Manzana y piña quer dizer maçã e a abacaxi, olha que legal a mistura! Agora mocochinche…que engraçado a moça tentando me explicar, ou melhor dizendo, que engraçado eu tentando entender. Tive que sacar o celular e procurar na internet pra confirmar se eu tinha entendido certo! (e num tinha). Mocochinche é uma bebida feita à base de pêssego desidratado…parece bastante aquela calda melosa do pêssego em calda, sabem?

– Chichas de quinua e de maní: amo! Amo a idéia de chicha, que usualmente, são bebidas fermentadas feitas a base de alguma planta ou semente que a gente nem cogita que dá pra fazer. A exemplo destas: chicha de quinoa e chicha de amendoim!

Depois de encher a moça de perguntas em bom portunhol, decidimos pela chicha de amendoim:

Chicha de maní (suco de amendoim)

Chicha de maní (suco de amendoim)

Atravessando a pracinha, demos de cara com a barraca de Doña Vicky, uma das mais disputadas:

Barraca Doña Vicky

Barraca Doña Vicky

E foi lá que almoçamos! Olha só as opções:

Menu da Doña Vicky

Menu da Doña Vicky

Na dúvida, olhamos pras mesas ao redor e pedimos igual ao da maioria: Lechón al horno, pero con milho boliviano e batata.

Vejam que escândalo:

Lechón al horno con batata y milho boliviano

Lechón al horno con batata y milho boliviano

Não se deixe levar pelas aparências! Tá com uma cara meio estranha, mas tava uma dilícia! Difícil é comer com talher de plástico! Mas, a Dona Vicky é tão simpática que nos ofereceu um talher de metal quando viu a nossa falta de habilidade, he, he… Mas, no final das contas, acabamos comendo com a mão mesmo…e chupando os dedos! Os ingredientes em si não tem nada de mais. Carne de porco, batata bolinha e um milho grande. Agora, os temperinhos e as pimentinhas…UAU!

Pra beber, pedimos o suco de mocochinche! Aquele de pêssego desidratado, que na versão da D. Vicky vem com canela.

Continuando o tour pela Feira da Kantuta, encontramos Don Carlos e sua barraca de saltenhas com caldinho…sim, eu disse, com caldinho! A gente já tinha comido muito na barraca da D. Vicky, mas a curiosidade, assim como a propaganda, bateu forte!

Vejam só:

saltenhas de Don Carlos

saltenhas de Don Carlos

Pedimos uma de carne e outra de pernil. Olha o caldinho:

Saltenha do Don Carlos - pimentinha show de bola!

Saltenha do Don Carlos – pimentinha show de bola!

Saltenha do Don Carlos - olha que bonita!

Saltenha do Don Carlos – olha que bonita!

Saltenha do Don Carlos - olha o caldinho!

Saltenha do Don Carlos – olha o caldinho!

Esse negócio é bom mesmo! Até ficamos com vontade de levar uma meia dúzia pra viagem!

E assim acabou nossa excursão pela Bolívia, digo, pela Feira da Kantuta! Ah, só pra reforçar: vale super a pena visitar a Feira, especialmente pra quem tá estudando espanhol! A maior parte dos comerciantes fala quase nada de português, mas são extremamente simpáticos. 🙂

Feira da Kantuta
Praça Kantuta – Pari
A partir das 11h.
Perto do Metrô Armênia

ps. Achei Inca Cola numa barraquinha, R$6 a garrafinha de 600ml!!!!

Comendo no Peru – memória roubada

05/11/2011 1 comentário

Eu gosto muito do Peru. De verdade. Vááários motivos (vou fazer a enigmática)!

Mas…pra abreviar a história, vou contar logo que durante essa viagem teve muito choro e lágrima. Uma das razões foi o roubo da minha câmera fotográfica.

Ironicamente, a “negativação do objeto referido” (como diriam os ‘poliça’ que vim a conhecer posteriormente), ocorreu durante uma procissão religiosa, na qual eu gritava numa mistura de êxtase católica (?!) e curtição: “Viva San Martin! Viva San Martin!”.

Isso aconteceu praticamente no último dia de viagem, depois de semanas fotografando almoços, jantares e várias escapadelas gorditas. Como não existe um advérbio apropriado o suficiente para introduzir a próxima declaração, vou dizer secamente: “não fiz backup, lancem sobre mim seus olhares de julgamento!”.

Por isso esse intervalo tão grande desde a última postagem. E, pode parecer exagero, mas quando te roubam ‘lembranças’, dói…machuca…magooooa! Ainda mais quando (como é o meu caso), memória é o que  se tem de menos nesta vida!

Ah, pra completar esse sentimento de invasão e saque, tempo depois do meu retorno, fui assaltada (em SP mesmo) e levaram meu celular com as poucas fotos que haviam restado. 😦

Relato (ou desabafo) feito…vamos a um dos pratos destaque nesta viagem:

eu comi!

Trata-se de um tipo de porquinho-da-Índia, chamado cuy, frito inteirinho. Muito apreciado pelos peruanos, estava no prato de 100% da galera durante um almoço festivo em Cusco. O interessante, pelo menos pra mim que sou super mega-metropolitana, é o modo como essa iguaria é vendida e consumida.  É assim mesmo como está na foto. Os vendedores amontoam os cuys em qualquer cantinho da rua (ou bem no meio dela), você escolhe, ele corta e põe num prato com outros complementos.

Você, igualmente, come na rua mesmo, em qualquer cantinho ou no meio dela. Muitos nem vendiam em barraquinhas nem nada. Era sobre um tecido estendido no chão! Eu já confessei que gosto muito do Peru, mas se a população tivesse mais algumas noções de higiene, eu num acharia ruim não.

Voltando ao cuy, o sabor é bem forte. Não tem muita carne, óbvio…mas a pegada é chupar a pelinha! O que me remete aos pelinhos! Sim, vem com alguns. Mas, no melhor espírito de estômago aventureiro, depilei-me de preconceitos e fui com vontade abocanhar a coxinha do dito cuy. Imperdível!

Só pra aproveitar a oportunidade, queria destacar também os 3 restaurantes de Don Gastón Acurio, mais renomado chef peruano, que tive o prazer de conhecer:

Panchita: fica no Bairro de Miraflores em Lima, tem clima mais familiar, os pratos individuais são gigantes. Comi Ají de Gallina, tipico e gostoso. Esse restaurante é ótimo para comer os pratos típicos mais roots com toda confiança de que está bem feito (e de acordo com as normas de higiene e tal…rsrs). Como o anticucho, famoso e de-li-ci-o-so espetinho de coração de boi! Pra condição de vida local, é um restaurante de luxo, mas se você tem bolso pra comer nos restaurantes de SP, vai se achar o primo rico por lá!

La Mar: tem no Brasil também, mas é absurdo ir até lá e não comer ceviche neste restaurante que é referência quando se fala desse prato essencialmente feito de pedaços de peixe marinados em limão e acrescido de cebola, pimentão e vários tempeirinhos. Definitivamente, ceviche poderia ter mudado a minha vida…  (a enigmática de volta!).

– Chicha: este fica em Cusco, tem climão de restaurante chic para gringos! Para a cidade, é um restaurante “olhos da cara”. Mas, de novo, aquela sensação de primo rico surge e vale muito para comer coisas do tipo carne de alpaca. Adorei! Comi em forma de carpaccio e também filezão. É macio e muito yammy! Levei minha professora cusquenha pra um almoço de despedida lá e, bem, melhor que comer bem, é poder dividir isso com alguém que gosta de comer bem tanto quanto você. O tiramisu de lúcuma tava deslumbrante!

E chega ao fim a saga nipo-brasileira-peruana!

Gracias, !muchachos!

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Comendo no Peru

ps. já aviso q num sei onde ficam o cedilha e o til para vogais neste tecladito, desculpem.

¡Hola, chicos!

Este post me lo escribo de Lima, ¡Perú! (sí, sí, com acento no ú!)

Como ñ é fácil postar usando apenas o telefone, consegui um “locutorio”, como se diz aqui, para dar uma prévia do que vem daqui umas duas semanas!

Como não consegui descarregar as fotos, conto com as imagens do google e o poder de abstraçao de cada  um de vcs.

No cardápio tem:

Cebiche ou ceviche (tem escrito dos dois jeitos por aqui)

Ñao podia faltar, claro! Pra quem ñ conhece o cebiche, mas curte um pexinho, super recomendo! Conheci aqui no Perú faz uns anos e isso mudou minha vida! Ok, ñao mudou, mas podia ter mudado, né! A gente nunca sabe…

frango, mucho frango!

¡Ay, caramba! Nunca vi um povo gostar tanto de frango como o peruano! Gente, tem uma polleria (um lugar que só faz pratos a base de frango) a cada esquina de Lima! Ju-ro! E em todos os outros lugares também só se fala em frango! Um dia o país ainda muda de nome para Pollo! (tá, isso foi besta! Mas depois de quase uma semana comendo frango pelo menos uma vez por dia, queriam o q?!)

Maíz morada

Maíz morada é o que há! Parece o nosso milho (o milho daqui ñ parece o nosso!) só que roxo. Ela é usada para, entre outros, fazer a Chicha morada. Basicamente se ferve a maíz até a agua ficar colorida, coloca limón e casca de abacaxi. Depois acrescenta muito azúcar Aqui é tudo muito doce, mas mesmo assim, a chicha é o máximo!

Inca Cola, o refrigerante de cola do Perú

A Inca Cola é um caso de amor mal resolvido. Quando a vejo, só quero ela, só penso nela, só tenho sede dela! Mas, como ñ encontramos no Brasil com facilidade (já comprei na Feira da Kantuta, depois eu conto!), quando ñ a vejo nem sinto falta! Vamos falar a verdade, é um refrigereco sim! Pero un señor refrigereco! Aqui (e no meu corazón) é preferencia nacional!

E, por fim, e muito importante:

Pantoprazol ou omeprazol, el compañero inseparável dos viajeros

O Peru deve ser o país de maior consumo do omeprazol no mundo! Eu vejo a gringada toda tomando. Eu mesma trouxe várias caixas, aconselhada pelo meu otorrino e vários outros amigos-médicos-amadores!

De acompanhamento, já tenho umas historietas ótimas sobre a eleicao peruana que foi domingo passado, sobre o carro de um primo que sumiu e o nosso tour por um depósito de autos guinchados, e claro, sobre um brasileiro que conheci aqui no hostel e seu abacate equatoriano! (fica o teaser!)

Por enquanto é só, pessoal!  Mas aguardem, afinal, meu estomago aventurereiro está sempre á procura de novidades!

¡besos!

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