Arquivo

Archive for the ‘Chineses’ Category

Hi Pin Shan – um bom restaurante chinês na Pompéia

Taí mais uma descoberta por acaso: Hi Pin Shan.

Algumas vezes, passávamos de carro em frente a um restaurante chinês, com aquela entradinha vermelha, bem típica, e falávamos que deveríamos parar para provar.

Eis que provamos. E não é que a comida é boa?

Neste dia, provamos o Mabo Tofu Apimentado: um tofu (queijo de soja) de boa qualidade, macio, com carne de porco moída, cebolinha, alho e gengibre, em um molho saborosíssimo, a base de molho de ostra, óleo de gergelim e shoyu. Não tenho certeza se a composição do molho era esta, mas foi o que o paladar pôde perceber.

Mabo Tofu Apimentado

Destaque para a cebolinha polvilhada sobre o prato: crocante e fresquinha!

Apesar do nome, não estava apimentado, não. E como somos fãs de pimenta, não poderíamos deixar de pedir o complemento:

Molho de pimenta típico dos chineses

Para acompanhar, nosso lado japa pediu uma porção de arroz:

Gohan

Acompanhamento perfeito!

Os preços não são exatamente uma pechincha por lá. Depende muito do que você pede. O Mabo Tofu especificamente é um prato barato: R$ 30,00. O prato, mais as bebidas, o arroz e 10% ficaram na faixa de R$ 55,00 para dois.

O atendimento também foi bacana. Só temos uma crítica ao restaurante: como muitos restaurantes chineses, eles servem sopa de barbatana de tubarão (pela bagatela de R$ 115,00), o que estimula a pesca de muitas espécies em extinção, submete os animais a um sofrimento cruel e gera um grande desequilíbrio no ecossistema. Hi Pin Shan, tira do cardápio, vai?!

Por este motivo, apesar da boa comida, estamos evitando o Hi Pin Shan. Uma pena! E você, vai lá? Conte para nós no twitter @EstomagoFeliz ou na nossa Fan Page no Facebook!

Mas, caso você queira conferir, segue o endereço:

Rua Padre Chico, 190, Pompéia

Telefone: 3675-2270.

Anúncios
Categorias:Chineses, São Paulo

Dois japas num chinês – nossa visita ao Kin Lin

O Kin Lin é daqueles restaurantes que você passa na frente umas quinhentas vezes e não repara. E, se repara, não cogita entrar porque não tem um jeito muito atraente.

Por causa do blog do Marcelo Katsuki, da Folha, e de uma terça-feira bem sem idéia melhor do que comer, resolvemos ir atrás do chinês que prometia ser ótimo.

Chegamos lá pelas 8h30 da noite, tava vazio. A dona deu um sorrisão quando nos viu entrar. A atendente muito simpática veio logo e quando decidimos o prato, logo avisou que um prato dava pros dois tranquilamente.

Os escolhidos: risoto chop suey e carne de porco apimentada com legumes.

Risoto Chop Suey

Carne de porco apimentada com legumes

Fato! Deu pra dois e sobrou, mesmo a gente se esforçando pra não desperdiçar nem uma carninha ou leguminho. Pra completar e deixar o negócio ainda mais chinês, tinha uma pimentinha muito da boa (só sei que todo restaurante chinês tem uma pimentinha esperta, mas eles só servem se você pedir).

Ó, sendo bem sincera, passou longe de ser o chinezaço que pareceu que era quando li o post do Katsuki, mas valeu os econômicos 32 reais que pagamos no total. Fora isso, me agrada demais ter tido a oportunidade de olhar com outros olhos um caminho de sempre e achar uma opção onde antes havia apenas uma ruazinha feia e escura.

Recomendo? Ah, pra uma terça bem sem ideia melhor do que comer…

Kin Lin

Endereço: Rua Barão de Iguape, 93, Liberdade, São Paulo

Gostou deste post? Então, siga-nos no Twitter: @EstomagoFeliz

Categorias:Chineses, São Paulo Etiquetas:

Comer, beber e viver em São José dos Campos – episódio “Tortillas no Chinese House”

Após alguns anos na capital do Vale do Paraíba, chegou a hora de dizer adeus. Então, para o nosso tour gastrônomico de despedida por São José dos Campos, fizemos uma listinha de restaurantes que acalentaram nossas almas famintas por bons pratos em meio a um universo tão restrito de boas possibilidades nestes anos de reclusão joseense (mal saí de lá e já estou impregnada novamente por esse pedantismo paulistano do “aqui é mais legal, aqui é mais legal”. Ou será uma característica minha mesmo?).
Questão existencial e comida chinesa deve dar indigestão, então, atenhamo-nos apenas aos comentários deglutiveis (acordei me achando a glutinha dos trocadilhos!).
Pedimos UM prato só e dividimos em TRÊS pessoas! Não se trata do milagre da multiplicação do yakissoba, não! Os pratos são grandes mesmo e os garçons sempre foram muito transparentes em aconselhar a divisão. Pedimos o prato com o nome mais fofo do cardápio: o Mú-Shú. Pra ser bem ilustrativa, vale dizer que é como uma tortilla mexicana, só que feita de arroz e recheada com moyashi, carne de porco em tirinhas mega finas, cebolas, cenouras e outros leguminhos de sabor e aparência uníssonos.

Tortillas

Ao invés de guacamole e sour cream, tinha farinha de amendoim e uma pimentinha das boas pra complementar o recheio antes de embrulhar tudo na tortilla de arroz e comer como se fosse uma panqueca. Bom, muito bom!

Recheio, pimenta brava e amendoim moído

Preparando o Mú-Shú

Mú-Shú pronto

Lá não tem nenhuma opção de bebida típica, então fomos de refri mesmo. De sobremesa também é fraquinho, só tem frutas carameladas, embora o cardápio iluda um pouco com promessas de doces indisponíveis em todas as vezes que fomos lá.
Como a maioria dos restaurantes em SJC (exceto pizzarias), o Chinese House fecha cedo, por isso, lá pelas 11 da noite recebemos polidamente a conta e três balinhas.
Quanto foi? Cerca de 50 reais com bebidas pra dividir em três! Adoro! A terceira pessoa que nos acompanhou neste e em vários outros bons e maus restaurantes é o nosso amigo de codinome recém batizado de Matsumono. Mix do sobrenome dele e sunomono, uma conservinha japonesa. Hey, Matsumono, é você mesmo! Te esperamos aqui para a próxima incursão do engorda japas!

Gostou deste post? Então, siga o @EstomagoFeliz no Twitter para receber nossas atualizações!