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Archive for the ‘Paraense’ Category

Restaurant Week 2011 – nossas escolhas e impressões da 1a semana

Como vocês devem saber, esta semana começou o São Paulo Restaurant Week 2011.

Nós somos fãs de carteirinha do evento e, como não poderia deixar de ser, planejamos nossas duas semanas para o aproveitamento máximo do evento. Pena não termos tempo de ir em mais restaurantes…

Bem… Hoje, resolvemos contar nossa seleção e o resumo da primeira semana.

O primeiro que provamos foi por acaso. Era ainda a semana reservada aos portadores do Master Platinum. Estava perto do Nakombi e resolvi almoçar por lá, afinal, como dissemos no post sobre o Nakomi, nossa primeira ida até que foi bem satisfatória. Eis que chegando ao restaurante, descubro que no almoço estavam servindo o menu do #SPRW para todos!

Depois eu escrevo um post mais completo. Mas, resumindo, o Kombinado de salmão tava bem médio. O sashimi levou nota 5, mas o peixe do sushi levou 3, de tão fibroso. Parece que eles usaram um peixe melhor para o sashimi e economizaram no sushi. Além disso, tinha uma aguinha no prato, sinal de preparação descuidada. Fiquei decepcionado. A salada estava razoável e o brownie com sorvete merece um ‘bacana’!

Nossa segunda visita foi ao Amazonia. Já postamos sobre ele. Lá, o que achamos engraçado é que os principais pratos da região ficaram de fora: pato no tucupi, maniçoba, etc. Mas gostamos da experiência e recomendamos!

O terceiro restaurante da lista foi o Folha de Uva, em um jantar com amigos. Outro que fui por acaso. O combinado era o Chez Nohad, mas ao chegar lá, descobri que estava fechado e o imóvel já está a venda. Uma pena. Sentirei falta… Mas, voltando ao Folha de Uva, pedi tabule como entrada, combinado de Kafta grelhada com arroz árabe e charutinho de uva como prato principal, e malabie de damasco como sobremesa. Sendo bem sincero, a comida é boa, mas você vai gastar pelo menos uns 50 reais nesse menu. Por este valor, eu prefiro o Halim, ou por muito menos, o Al Árabe ou o Al Badah (este último fica em São José dos Campos).

O quarto restaurante que provamos foi o Weinstube, o restaurante alemão do Club Transatlântico. A Glutinha e os demais foram no menu do Restaurant Week, mas eu não resisti às outras opções do cardápio e pedi três coisas que adoro: uma sopa goulash de entrada, eisbein (joelho de porco) com chucrute e batatas como  prato principal e sacher torte (torta de chocolate) como sobremesa. Estava tudo muito bom, mas a torta foi o destaque da noite! Quanto ao menu do Restaurant Week, recomendamos o envolto de aspargos (o gazpacho verde estava meio sem graça) como entrada, como prato principal provamos apenas o medalhão de filet suíno, que estava bom, e como sobremesa, tanto a taça de verão como a terrine de frutas estavam ótimas. Vejam o post completo sobre nossa visita ao Weinstube!

Hoje, iremos ao Shintori. Depois tem La Marie, Becco 388 e Bargaço. Queríamos ir ao Arturito também, mas na sexta passada já não estavam mais aceitando reserva.

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Endereços e telefones:

Al Árabe

Rua Artur de Azevedo, 1919, Pinheiros – São Paulo

Telefone: (011) 2533-0474


Al Badah
– Vila Ema
(São José dos Campos)

Endereço: Rua Serimbura, 15, Vila Ema, São José dos Campos

Telefone: (012) 3923-2454


Amazônia

R. Rui Barbosa, 206, Bela Vista – São Paulo

Telefone: (011) 3142-9264 ou 9121-6196


Bargaço

Rua Oscar Freire, 1.189, Cerqueira César, São Paulo

Telefone: (011) 3082-2626


Becco 388

Rua Mato Grosso, 388, Higienópolis, São Paulo

Telefone: (011) 2361 – 0388 / 2361 – 2326


Folha de Uva

Rua Bela Cintra, 1435, Jardins, São Paulo

Telefone: (011) 3062 – 2564


Halim

Rua Doutor Rafael De Barros, 56, São Paulo

Telefone: (011)3884-8502


La Marie

Rua Francisco Leitão, 16, Pinheiros, São Paulo

Telefone: (011) 3086-2800


Nakombi

Rua Pequetita, 170, Vila Olímpia, São Paulo

Telefone: (011) 3845 – 9911


Shintori

Al. Campinas, 600, Jardim Paulista, São Paulo

Telefone: (011) 3283-2455


Weinstube

Rua José Guerra, 130, Chácara Santo Antônio, São Paulo

Telefone: (011) 2133-8600

Restaurant Week 2011 – Restaurante Amazônia

Égua! O jantar de hoje foi massa! O restaurante é  o Amazonia, a comida é regional do Pará e a localização é o bairro da Bela Vista em São Paulo. Sim, vizinho às várias casas típicas italianas.

Mas vamos direto à comilança.

Das 3 entradinhas possíveis, escolhemos:

– Bolinho de piracui (Gente, piracui é o que há! Trata-se de peixe seco, triturado e usado como farinha pra fazer, dentre outros, bolinho!)

Bolinho de piracui (ao fundo, pimentinha de cheiro amarela puxada no tucupi)

– Casquinha de caranguejo (Ai, que ironia! Quando estivemos no Pará, queríamos muito comer da carne de caranguejo que é super famosa na região, mas a venda estava suspensa no estado (a exportação tava liberada!)  por causa das péssimas condições de higiene nas quais o caranguejo era processado – contaram pra gente que foi um escândalo quando perceberam que a mordida dos caras que faziam a separação da carne e da casca é que contaminava o produto! Isso mesmo, a separação é feita na unha, ou melhor, literalmente, no dente!)

Casquinha de caranguejo

De pratos principais, pedimos o brochete de robalo ao molho de ervas e arroz com purê de mandioquinha e o filé de pirarucu com purê de banana da terra. Pontos altos: os 2 peixes e o purê de banana.

Devo comentar que adoro os nomes que as pessoas arranjam pra dar mais charme às coisas da gente como a gente! Pra quem ainda não conseguiu ligar o nome à pessoa, brochete nada mais é que o nome do corte da carne, que neste caso, era um peixe, o robalo, e estava bem temperadinho e com uma textura muito boa.

Brochete de robalo com purê de mandioquinha e arroz com ervas

Do filé de pirarucu, um comentário é mais que justo: tinha um crocantinho por fora que estava matador. Combinado à maciez do purê de banana da terra ficou perfeito! Super gostei.

Filé de pirarucu com purê de banana da terra

Das duas sobremesas, uma recebeu 10, outra 0. O pudim de tapioca com calda de cupuaçu levou a melhor. Tava leve, suave e sem furinhos (tenho uma amiga que odeia pudim com furinhos, então comecei a reparar neste quesito).

Pudim de tapioca com calda de cupuaçu

ps. reparem na decoração lá ao fundo!

O nota baixa do dia foi a opção de sorvete que escolhi do anunciado “Sorvetes de frutas regionais”. Já começou mal com a propaganda pseudo- enganosa. De prima, parece que vai rolar uma degustação de vários sabores. Mas aí, vem a revelação de que é preciso escolher apenas um sabor. Mesmo assim, a decepção dá tchauzinho rapidamente quando descobrimos que se trata dos sorvetes da Cairu, a sorveteria mais bacana de Belém. Escolhi castanha-do-pará, que pela minha memória era imbatível.

Sorvete de castanha-do-pará

Acontece que o gosto e, principalmente, a consistência e textura não foram nem de perto os mesmos que guardei no coração. E, posso garantir que essas doces recordações foram bem acuradas nas incansáveis incursões que fizemos à Cairu.

Vale destacar o atendimento muito gentil que acompanhou toda a nossa estada no Restaurante Amazonia e também #ficadica de um lugar pra levar os parentes e amigos estrangeiros. Nos finais de semana e feriados, tem um bufê de 7 pratos clássicos (R$ 55/pessoa), entre eles os hits: pato no tucupi, maniçoba e filhote.

Por hoje é só, pessoal!

Acompanhe a gente neste tour de comilanças: @estomagofeliz.

Retaurant Week 2011  – Restaurante Amazônia

R. Rui Barbosa, 206

Bela Vista – São Paulo

http://restauranteamazonia.wordpress.com/

Cerveja de Bacuri com Linguiça de Metro

Hoje, farei um post relâmpago!

Em nossas andanças pela Estação das Docas, vimos os garçons da Amazon Beer passando com o que parecia ser o carro chefe da casa: linguiça de metro. É literalmente um metro de linguiça e parecia muito boa!

Minha namorada, que é fã de linguiça (no bom sentido!), não poderia deixar de provar essa “iguaria”:

É uma linguiça toscana comum, recheada com queijo cuia. Nem tem muita graça, não. Não percam tempo com isso…

Mas, você sabe o que é um queijo cuia? Nós não sabíamos e fomos ao supermercado procurar. Após olhar as prateleiras e não encontrar o tal do queijo cuia, resolvemos perguntar para as funcionárias do setor de frios. É claro que elas tinham o tradicional queijo cuia, afinal, o paraense coloca isso em tudo! Pedimos para ver e elas nos mostraram queijo REINO que vem em uma lata redonda, em formato de CUIA!!!! Que decepção… E pensar que um amigo nosso voltou triste para São Paulo porque não teve tempo de comprar o queijo cuia. Ele ficou super feliz quando descobriu que não perdeu nada demais…

Mas, voltando ao assunto principal, a Amazon Beer é uma cervejaria que fica dentro da Estação das Docas, um dos points mais turísticos de Belém. Ele fazem diversos tipos de chopp: pilsen tradicional, pilsen extra, weiss, black, bock e um chopp especial aromatizado com bacuri. Como não poderia deixar de ser, provamos o chopp mais excêntrico da casa:

Chopp com aroma de Bacuri

Na minha opinião, é chopp de moça. Bem leve, meio aguado, baixa graduação alcoólica, ligeiramente adocicado e com aroma de bacuri. É gostosinho, mas enjoa fácil. Já minha namorada adorou o negócio!

Para quem gosta de cerveja, é um local interessante de se conhecer. E para quem gosta de coisas diferentes, nunca vi chopp de bacuri em lugar nenhum, exceto em Belém, então, recomendo!

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Deu Na Telha em Icoaraci

24/10/2010 1 comentário

Viajamos por uma hora e meia num ônibus comum de linha (leia-se sem ar condicionado!), num calor insuportável e do lado que batia sol (¬¬”) pra chegar à cidade de Icoaraci.  Atrativos da cidade: artesanato indígena feito de barro e um restaurante de comidinha local mais “autêntico”.

Tava descrito assim no cardápio: ‘Filhote à moda Ribeirinha – apresentamos esse filhote fresquinho da maré, grelhado, acompanhado de feijão de Santarém , arroz de jambú e exclusiva farofinha de pirarucu. R$45,00’

Simpática, né!  😉

Filhote à moda ribeirinha

Mesmo antes de sair do restaurante já tínhamos elegido este prato como um dos melhores desta expedição gastronômica ao Pará.

O filhote é o que se chama lá de peixe de pele ou de couro porque o raio do bichinho (que chega até 300kg) não tem escamas. Ai, ai, que mundo surpreendente, não?!

Bem, o peixe estava absolutamente ótimo. Tenro (essa palavra pode ser usada mesmo sem ser Natal), bem temperado, com aquele jeito de fresco mesmo, douradinho dos dois lados e em porção generosa para duas pessoas. Outra grande boa surpresa: o tal do feijãozinho de Santarém que ouvíramos falar tão bem dias antes. Lembra uma saladinha de soja, mas o feijãozinho é todo mimoso e tem um saborzinho muito fofinho… é, o sabor é fofo sim! Trouxemos 1kg desse grãozinho lindinho de souvenir.

Findada a seçãozinha meiga dos feijõezinhos, vale falar também do arroz de jambú. Boa proporção entre o arroz e a erva da língua dormente (é que o jambu deixa a língua meio boba, anestesiada e o wikipedia acabou de dizer que ela tem propriedades odontálgicas e anti-escorbúticas. Que bom, né!).

Eu adoro farofa e essa tava ‘da horinha’! Era do tipo sequinha, bem granulada e vinha na mesma quantidade que o arroz (por aí dá pra ver a  importância da farofa na composição do prato).

O Na Telha só não vai ficar com o nota máxima na avaliação desta humilde comedora porque o lugar não tem ar condicionado! (Amigo, se você nunca foi ao Pará, não ouse me chamar de fresca, o calor por lá não é brincadeira!).

Na Telha
Rua Siqueira Mendes, 263, Icoaraci, Belém, PA
Tel: (91) 3227-0853

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Corridinho de Peixe do Lá em Casa

Nosso segundo post belemense é sobre um dos restaurantes mais tradicionais da cidade e o nosso segundo preferido.

A história do restaurante pode ser conferida no site do Lá em Casa.

Como não poderia deixar de ser, provamos mais um suco regional e um dos nossos preferidos: suco de taperebá (ou cajá para os nordestinos). No nosso isopor, trouxemos 1 kg de polpa de taperebá para relembrarmos em São Paulo. Se tiverem oportunidade, recomendo que provem!

Suco de Taperebá

Como entrada, pedimos uma Salada Imperial (R$ 18): alface, tomate, palmito, pato desfiado, molho especial (parecia um sour cream com queijo ralado) e croutons de bijú (idéia excepcional!!!!):

Salada Imperial

Estava deliciosa. Também recomendo que provem!

Como prato principal, pedimos o Corridinho de Peixe Paraense (R$ 43). Esse prato é dividido em duas fases. Na primeira, vem arroz de jambú, farofa de pirarucú, feijão manteiguinha de Santarém, Filhote grelhado, pescada amarela a milanesa e um molho de leite de côco. O destaque, na minha humilde opinião, é o Filhote (embora a pescada amarela também estivesse excelente) com o molho de leite de côco. O feijão manteiguinha é um feijão selvagem, bem pequeno, que lembra soja. É muito bom, mas o melhor feijão manteiguinha que comemos foi de outro restaurante, do qual falaremos no próximo post.

Corridinho Peixe - Fase 1

Na segunda etapa, degustamos o Picadinho de Tambaqui, Hadock Paraense, Filhote no Tucupi e arroz branco. Neste caso, a estrela foi o Picadinho de Tambaqui. O paraense usa muito coentro em quase todas as suas receitas, mas aqui ficou perfeito! Já o Hadock Paraense é o pirarucú defumado e salgado, preparado como se fosse um bacalhau. Achei muito salgado. Talvez eles tenham errado apenas naquele dia…

O Filhote no Tucupi estava muito bom, mas faltou um pouco de tempero ao peixe. Por este detalhe, devo dizer que ficou apenas QUASE perfeito!

Fase 2 do Corridinho de Peixe

Como sobremesa, pedimos Cartola com Bacuri (R$ 10): fatias de banana frita, com queijo derretido, açúca e canela, acompanhados de uma bola de sorvete de bacuri. Estava bom, mas nada muito especial.

Cartola com Bacuri

Esta foi uma das nossas melhores refeições em Belém. A comida foi suficiente para duas pessoas que não comem muito (acho que comemos cerca de 800 a 900 gramas). E, com certeza, o Lá em Casa deve fazer parte do seu roteiro gastronômico se for à região. Somente um restaurante da cidade fez esse estômago mais feliz que o Lá em Casa. Mas, isso é assunto para um próximo post… Voltem ao nosso blog para matar a curiosidade dentro de alguns dias!

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Pato no Tucupi do Boteco das Onze

Hoje, vamos escrever sobre o prato mais tradicional da culinária paraense, o Pato no Tucupi.

No último dia 09, viemos para a capital do Pará para acompanharmos a procissão do Círio e, é claro, apreciar a gastronomia local.

Para quem não conhece, o Círio (segundo os belemenses) é a maior festa religiosa do mundo. Este ano, foram contabilizados cerca de 2 milhões de pessoas.

Após a procissão e a missa, as famílias se reúnem e degustam seus pratos preferidos: pato no tucupi, maniçoba, caldeirada paraense e muito mais. Algumas semanas antes do Círio, os patos começam a sumir das gôndolas dos supermercados, pois as pessoas começam a estocar para não correr o risco de ficar sem.

Seguindo a tradição local, após acompanhar a chegada de Nossa Senhora de Nazaré à Basílica, tínhamos de comer pato no tucupi. O local escolhido: um famoso restaurante de Belém, o Boteco das Onze, que fica na Casa das Onze Janelas.

Iniciamos com um suco de bacuri (à esquerda) e de graviola:

Sucos de Bacuri e Graviola

Primeiro erro no atendimento: não nos perguntaram se queríamos com açúcar, adoçante ou puro. Os sucos já vieram adoçados e o de graviola estava doce demais. O de Bacuri, um dos meus sucos regionais preferidos, estava ótimo, com pedaços da fruta inclusive, tornando o suco praticamente mastigável.

Em seguida, chegou a estrela do dia:

Pato no Tucupi

O caldo amarelo é o tucupi, um líquido extraído da mandioca brava. As folhas verdes são o famoso jambú, uma erva bastante saborosa e que possui propriedades anestésicas, deixando a língua levemente dormente.

Como acompanhamentos, além do arroz, vieram a pimenta cumari amarela curtida no tucupi e farinha de mandioca:

Acompanhamentos

Vejam como ficou o prato após servido:

Pode não ser muito bonito, mas gosto muito de pato e peixe no tucupi e recomendo a todos que passarem por Belém. Esse do Boteco das Onze estava um pouco salgado, embora saboroso.

Depois do prato principal, tivemos de esperar um bom tempo para pedir a sobremesa. Apesar do restaurante não estar cheio, do cardápio já estar sobre a mesa e fechado, demorou uns 20 min para um garçom tirar o pedido.

Escolhemos uma goiabada quente com requeijão e sorvete de bacuri. Segundos depois, voltaram dois garçons para dizer que não tinham mais sorvete de bacuri. Ofereceram de cupuaçu ou graviola. Optamos pelo último:

A sobremesa estava muito boa, mas um pouco enjoativa. Talvez ficasse mais equilibrado com mais requeijão e menos goiabada.

Resumindo, o atendimento não foi dos melhores, a comida estava razoável, mas não diria ótima. A conta ficou em R$ 105, incluindo dois sucos, pato no tucupi para dois, uma sobremesa, um café e os 10% de serviços. Não foi um bom custo benefício e meu estômago não saiu extremamente feliz. Entretanto, justiça seja feita, já estive lá antes e a experiência havia sido boa.

Quem sabe eu volte uma terceira vez para o desempate…

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Categorias:Belem, Brasileiros, Paraense