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Archive for the ‘Bebideeenhas’ Category

Comendo em Puerto Iguazú – Empanada na Feirinha e Sangria no Puerto Bambú

EMPANADA!

Esta foi a palavra deste dia cheio de comidinhas!

Vamos começar pela Feirinha de Puerto Iguazú, que é um mini-mercadão. Tem azeitonas, queijos, pimentas, palmitos, enfim…um monte de coisa em conserva, alfajor e vários tipos de doce de leite.

Pra ser sincera, nem me animou muito…até que vi a Barraca da Miriam!

Pra começar, uma cervejona típica: Patagonia! Gostosinha!

Barraca da Miriam - Cerveja Patagonia

Barraca da Miriam – Cerveja Patagonia

Depois ela, a empanada mais gostosa de Puerto Iguazú:

Barraca da Miriam - Empanadas

Barraca da Miriam – Empanadas

Barraca da Miriam - Empanadas de carne e de queijo

Barraca da Miriam – Empanadas de carne e de queijo já trabalhada no molhinho chimichurri

Por fim, uma porção gigante de frios:

Barraca da Miriam - frios

Barraca da Miriam – frios

Isso tudo deu menos de 20 reais, o atendimento foi ótimo e eu ainda comprei uns alfajores bem gostosinhos!

Um tempinho depois, bateu mais uma fominha e saímos em busca de mais empanadas. Foi assim que chegamos ao Puerto Bambú. Só que desta vez…  😦

Puerto Bambú - empanadas

Puerto Bambú – empanadas

Tava bem oleosa e o recheio era super mais ou menos! Mas…finalmente, conseguimos comer a chipa guazú! Que é tipo um bolo de milho salgado. Eu curti!

Puerto Bambú - Chipa Guazú

Puerto Bambú – Chipa Guazú

E, a melhor coisa da noite: sangria de vinho tinto!!! Até a metade tava uma delícia, mais pro fim ficou um pouco enjoativo…mesmo assim, valeu!

Puerto Bambú - sangria de vinho tinto

Puerto Bambú – sangria de vinho tinto

Feirinha de Puerto Iguazú
Só caminhar pela Av. Brasil em direção à Av. Córdoba
Dias e horários: não sei, mas eu fui lá pelas 7 da noite numa sexta-feira e tava bombando!
Puerto Iguazú
Argentina

Puerto Bambú Resto Bar
Av. Brasil x Rua Perito Moreno
Puerto Iguazú
Argentina

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Bebendo na Cidade do México – Pulque na Pulquería Insurgentes

Eu queria muito tomar um pulque desde que pisamos no México.

PULQUE?! O Cabeça indago-exclamou!

Explico: Pulque é o primo não-famoso da tequila, resultado da fermentação do suco de agave.

AGAVE?!  É um cacto gigantesco e espaçoso. Veja só essa semi-foto que tiramos:

Meia agave

Meia agave

A agave da tequila é do tipo azul e a do pulque é essa da foto mesmo.

Pelo que percebemos, nem mesmo no México o pulque é ultra popular. Tanto é que não tem muitas pulquerías pela cidade.

Achamos uma muuuuito bacana na avenida Insurgentes Sur.  O lugar era meio sombrio, tocava um rock pesado ensurdecedor e tava cheio de estudantes.

Na hora que entramos, todo mundo parou pra olhar os dois japinhas com cara de turistas meio perdidos por ali…rs!

Às vezes, ser turista é o que há! Sentamos numa mesa coletiva junto com um casal e puxamos papo. Logo veio o dono da pulquería e ele prontamente nos ofereceu umas provinhas:

Pulque de mango, guaiava, fresa, pistacchio

Pulque de mango, guayaba, fresa, pistacchio

Pulque Vampiro (bordinha de pimenta com sal) e maracuya

Pulque Vampiro (bordinha de pimenta com sal) e  pulque de maracuya

Tinha também o natural, mas todo mundo disse que era muito ruim! Nem provamos.

É uma bebida levinha, com sabor adocicado. Eu acheei bacaninha. Mas como tínhamos acabado de almoçar, ficamos apenas nas provinhas e no papo furado com o dono da pulquería.

O moço não quis cobrar a gente, então deixamos uma “propina” no valor do copo cheio: R$4!!! (adoro a sensação de prima rica!)

Vai lá!

Pulquería Insurgentes
Av. Insurgentes Sur, 226
Colonia Roma – Cidade do México
Facebook: pulqueriainsurgentes

Comendo na Cidade do México – Taquería El Califa

Ficamos meio atrasados no blog porque estávamos de férias na Cidade do México. E que cidade buena onda, pessoal!

Sabe aqueles clichês da poluição absurda, da violência sem fim, dos nomes duplos e das mulheres ultra maquiadas? Bem, exceto pelas mulheres ultra maquiadas, a Cidade do México não tem mais nada disso! E, pela conversa que tivemos com alguns chilangos, essa fama já não faz mais parte da realidade deles há muito! Assim como a Maria del Barrio y el Chavo del Ocho. (Que decepção essa parte do Chaves!)

Falando de comida, os sabores e as composições são ultra diferentes daquelas tex-mex que conhecemos aqui em São Paulo, e por isso mesmo, é preciso ir com a cabeça e com o estômago abertos à experimentação.

Vamos começar pelo básico da culinária mexicana: TACOS!

É diferente! Taco lá é a tortilla de milho ou trigo com alguma cobertura. Tipo uma mini-pizza!

Na primeira e na última noite, fomos na Taquería El Califa, uma rede bem conhecida e recomendada pelo pessoal do B&B onde estávamos hospedados (vamos falar do B&B Red Tree House na sequência). Por isso tem tanta foto…

Vejam só o que provamos no El Califa:

Chicharrón de queso de Oaxaca

Chicharrón especial con queso, cilantro y cebolla

Chicharrón é um negócio tipo torresmo de porco. No El Califa, eles fizeram uma versão de queijo, uma crostra, bem fininha e salgada (lembra provolone desidratado). Pode ser só o queijo ou nesta versão especial com coentro e cebola! Super gostoso e gordito!

Tortillas de milho quentinhas...

Tortillas de milho quentinhas…pra comer com o chicharrón

Taco de queso de Oaxaca

Taco de queso de Oaxaca

Vou confessar: quando eu pedi um taco de queijo, não era bem isso que eu estava esperando…

Tacos al pastor gringa arranchera
Tacos al pastor gringa arranchera

Esse merece destaque, pois o “taco al pastor” é o tipo mais tradicional de taco que se pode comer em Mexico D.F.

A palavra ‘pastor’ tem a ver com o modo como a carne é feita: marinada, temperada com várias ervas, churrascada na grelha vertical giratória, tipo churrasquinho grego. Ela é servida com coentro (obrigatório no prato dos mexicanos), cebola crua picadinha e pedaços de abacaxi!

A parte “gringa” do nome é por causa do queijo e da tortilla de trigo. A parte arrachera é o nome do corte: contra-filé.

Costra de Gaona - filé mingnon enrolado numa crostra de queijo

Costra de Gaona – filé mingnon enrolado numa crostra de queijo

Tudo pra comer com muita pimenta:

Salsas: vermelha, verde, tamarindo e "assada"  - Viva a pimenta mexicana!

Salsas: vermelha, verde, tamarindo e “assada” – Viva a pimenta mexicana!

E pra beber…refrigerecos:

Lulu  (sabor vermelho com açúcar!) e Senorial (refri de sangria!)

Lulu (sabor vermelho com açúcar!) e Senorial (refri de sangria!)

Chaparritas - refrigereco mexicano

Chaparritas – refrigereco mexicano

Mundet - refri de maçã

Mundet – refri de maçã

Teve também cervejinha de chocolate e café feito na panela:

Bohemia - cerveja de chocolate

Bohemia – cerveja de chocolate (nada a ver com a Bohemia brasileira)

Café de olla - café, canela, açúcar mascavo, tudo fervido numa panela!

Café de olla – café, canela, açúcar mascavo, tudo fervido numa panela!

Melhor de tudo? O atendimento é super simpático! Na maior paciência nos explicaram o que era cada coisa.

Ah, o preço é muito camarada! O mais simples saia por cerca de R$2 e o mais caro R$11!!!!!

Taquería El Califa
Calle Altata, 22
Colonia Condesa – Cidade do Mexico
Veja as outras unidades do El Califa em www.elcalifa.com.mx

Casa Bonomi – padaria bacaninha em Belo Horizonte

Fui pra BH a trabalho por um dia e meio. Como detesto viajens do tipo correria, decidi que merecia ter, pelo menos, UMA refeição feliz (leia-se: com calma, gostosinha, pra alimentar o corpo e a alma).

Pra começar bem o dia seguinte, escolhi o café da manhã, acordei mais cedo e fui em direção à Casa Bonomi, padaria charmosinha que vi em indicações na Internet.

O taxista sofreu pra encontrar o endereço, que oficialmente é a Rua Claudio Manoel, 460, final de uma ruazinha estreita e sem saída. Então, fica a dica: diz que é no cruzamento entre as avenidas Afonso Pena e Getúlio Vargas na Savassi.

Casa Bonomi

Casa Bonomi – olha que entrada mais simpática!

Com o tempo já meio apertado devido às voltas de táxi, escolhi um croissant recheado de queijo e presunto que vi na mesa de outras pessoas. (Não posso ver as pessoas comendo nada que tenho vontade de comer igual! Ê, criancinha lombriguenta!):

Croissant de queijo e presunto

Croissant de queijo e presunto – muito bom! (e caro!)

Suco do dia: manga, hortelã, chá de alguma coisa e uvas passas com arona de canela

Suco do dia: manga, hortelã, chá de alguma coisa e uvas passas com aroma de canela

O suco tava delicioso! Adoro misturebas de frutas! E as passas com canela tavam show!

O Rodrigo, que era quem eu estava acompanhando nesta viagem, pediu um chocolate incrementado e também um croissant:

Chocolate incrementado

Chocolate incrementado – pelo fundo da foto dá pra ver que a Casa Bonomi tem um climão bem simpático, né!

E pra ficar na vontade de voltar, fotos do que não deu tempo de comer! Aproveitem pra ver um pouco dos precinhos “paulistanos” praticados em BH:

Variedade de pães

Variedade de pães

Vontade de comer dois de cada!

Vontade de comer dois de cada!

Vontade de comer três de cada!

Vontade de comer tudo!

Tivemos que sair correndo pra não chegarmos atrasados, mas valeu super a pena!

Recomendo master. Mas vá de bolso preparado! Um suco diferentão mais o croissant saiu um pouco menos de R$30!


Casa Bonomi

Rua Claudio Manoel, 460 (Afonso Pena x Getúlio Vargas)
Bairro Savassi – Belo Horizonte
Minas Gerais
Tel. 31 3261-3460/8334

Feira da Kantuta – a Bolívia está logo ali no Pari!

ADOREI!

Adorei tudo na Feira da Kantuta!
(exceto os milhares de guardadores de carro logo na chegada da feira, odeio flanelinhas!)

Faz muito tempo que queria ir nessa feira, mas a preguiça de acordar antes do meio-dia num domingo me impedia fortemente! Até que num dia de muita coragem e desprendimento, consegui arrastar o Cabeça nesta empreitada e lá fomos nós em direção ao bairro do Pari, zona norte de SP.

A chegada foi meio estranha, confesso! Além dos guardadores de carro correndo na nossa direção como se fossem fazer um arrastão, logo percebi que éramos os únicos ‘turistas’ brasileiros (ou nipo-brasileiros, como preferir) a circular pela região. Sempre digo pro Cabeça que a gente tem cara de turista em qualquer lugar, mas ali naquele dia foi incrível! Só tinha boliviano e…a gente! (o que é bom sinal, afinal, seria suspeitíssimo uma feira boliviana cheia de chinês, sei lá!).

A feira da Kantuta acontece na Praça Kantuta, e a praça meio que fecha pra passagem de carros e vira um grande espaço fechado a céu aberto. Só por isso, já tava achando uma delícia, afinal, eu tô acostumada com uma São Paulo caótica, de muito trânsito, de movimento e buzinas o tempo todo. E, a praça, mesmo ficando pertinho da Avenida do Estado e da Marginal Tietê, se isola num clima muito agradável, calmo, com cara de bairro, de cidade do interior.

Ao redor da praça ficam as barraquinhas de comes, bebes e artigos de várias partes da América Latina. No centro da Praça, um alto-falante, música típica boliviana de fundo, com alternância de danças, cantos e até proclames em espanhol. Tudo pra você entrar no clima total!

Neste passeio, tínhamos dois objetivos: almoçar alguma coisa típica boliviana e tentar encontrar Inca Cola (aquele refri peruano que eu tanto falo neste blog!).

Pra vcs terem uma idéia, olha o esquema das barraquinhas:

Feira da kantuta_barraca

Feira da kantuta_barraca

Bem começamos a dar a volta na Praça quando meu radar estomacal começou a apitar! Olha só o que tavam vendendo:

Chichas!

Chichas!

Vejam bem a lista:

– Zuco de linaza: eu perguntei pro oráculo (google) o que era exatamente essa palavra “zuco”, mas não encontrei nenhuma resposta consistente, sendo assim, me sinto na liberdade de teorizar que é “suco” mesmo, só que escrito com sotaque espanhol, uma vez que o “Z” em espanhol pode ser lido com som de “s”. Linaza é linhaça mesmo. Ou seja: suco de linhaça! Ó que máximo!

– Fresco de mocochinche, fresco de manzana y piña:  essa palavra ‘fresco’ quer dizer fresco mesmo, ou seja, é pra deixar claro que são sucos ‘naturais’ digamos. Manzana y piña quer dizer maçã e a abacaxi, olha que legal a mistura! Agora mocochinche…que engraçado a moça tentando me explicar, ou melhor dizendo, que engraçado eu tentando entender. Tive que sacar o celular e procurar na internet pra confirmar se eu tinha entendido certo! (e num tinha). Mocochinche é uma bebida feita à base de pêssego desidratado…parece bastante aquela calda melosa do pêssego em calda, sabem?

– Chichas de quinua e de maní: amo! Amo a idéia de chicha, que usualmente, são bebidas fermentadas feitas a base de alguma planta ou semente que a gente nem cogita que dá pra fazer. A exemplo destas: chicha de quinoa e chicha de amendoim!

Depois de encher a moça de perguntas em bom portunhol, decidimos pela chicha de amendoim:

Chicha de maní (suco de amendoim)

Chicha de maní (suco de amendoim)

Atravessando a pracinha, demos de cara com a barraca de Doña Vicky, uma das mais disputadas:

Barraca Doña Vicky

Barraca Doña Vicky

E foi lá que almoçamos! Olha só as opções:

Menu da Doña Vicky

Menu da Doña Vicky

Na dúvida, olhamos pras mesas ao redor e pedimos igual ao da maioria: Lechón al horno, pero con milho boliviano e batata.

Vejam que escândalo:

Lechón al horno con batata y milho boliviano

Lechón al horno con batata y milho boliviano

Não se deixe levar pelas aparências! Tá com uma cara meio estranha, mas tava uma dilícia! Difícil é comer com talher de plástico! Mas, a Dona Vicky é tão simpática que nos ofereceu um talher de metal quando viu a nossa falta de habilidade, he, he… Mas, no final das contas, acabamos comendo com a mão mesmo…e chupando os dedos! Os ingredientes em si não tem nada de mais. Carne de porco, batata bolinha e um milho grande. Agora, os temperinhos e as pimentinhas…UAU!

Pra beber, pedimos o suco de mocochinche! Aquele de pêssego desidratado, que na versão da D. Vicky vem com canela.

Continuando o tour pela Feira da Kantuta, encontramos Don Carlos e sua barraca de saltenhas com caldinho…sim, eu disse, com caldinho! A gente já tinha comido muito na barraca da D. Vicky, mas a curiosidade, assim como a propaganda, bateu forte!

Vejam só:

saltenhas de Don Carlos

saltenhas de Don Carlos

Pedimos uma de carne e outra de pernil. Olha o caldinho:

Saltenha do Don Carlos - pimentinha show de bola!

Saltenha do Don Carlos – pimentinha show de bola!

Saltenha do Don Carlos - olha que bonita!

Saltenha do Don Carlos – olha que bonita!

Saltenha do Don Carlos - olha o caldinho!

Saltenha do Don Carlos – olha o caldinho!

Esse negócio é bom mesmo! Até ficamos com vontade de levar uma meia dúzia pra viagem!

E assim acabou nossa excursão pela Bolívia, digo, pela Feira da Kantuta! Ah, só pra reforçar: vale super a pena visitar a Feira, especialmente pra quem tá estudando espanhol! A maior parte dos comerciantes fala quase nada de português, mas são extremamente simpáticos. 🙂

Feira da Kantuta
Praça Kantuta – Pari
A partir das 11h.
Perto do Metrô Armênia

ps. Achei Inca Cola numa barraquinha, R$6 a garrafinha de 600ml!!!!

Eu bebo sim, e estou viveeendo… (parte 4)

15/02/2012 1 comentário

Eu super gosto desta série! He, he…

Aqui vão mais bebidinhas diferentosas que provamos neste mundão de meu Deus!

Vamos começar pelas gaseosas de Colombia:

É a Fanta da Colômbia.

A Quattro é sabor toranja, vejam bem! Pra quem não conhece, toranja é uma fruta-filha da laranja com o pomelo. Por sua vez, o pomelo é tipo um primo distante da laranja, muito comum em alguns países da América Latina. Eu, que adoooooro um refri colorido, super gostei do Quattro.

 

O melhor refri da Colômbia!

Gente, nós viciamos no Postobon de manzana! Bebemos vários litros na Colômbia e também trouxemos vários outros na mala! Sim, tem gente que traz litros de vinho, outros trazem litros de perfumes…nós trazemos litros de Postobon de maçã. A última garrafinha ainda tá na geladeira esperando por uma ocasião especial para ser degustada!

 

A cerveja que é preferência nacional...por lá!

A gente num se lembra muito bem o que achou desta cerveja. Sofremos bullying de nós mesmos para prová-la, já que a Club Colombia é presença dominante nos bares e restaurantes do país. Se a gente num lembra é porque não marcou, né?! Nem pro bem, nem pro mal

A damn good drink! Precisa dizer mais?

Faz uns 6 anos que eu guardo esta foto com muito carinho e saudade. A Frank é realmente a damn good drink e me ensinou a diferença entre limão e limão! É que `lime` (pra mim) sempre foi limão. E `lemon` também. Ou seja, era tudo pra fazer limonada…mas aí, na Nova Zelândia, eu morei um tempo com uma banqueteira (chic no úrtimo) e ela me mostrou os diferentes tipos de limão que tinham por lá. Simplificando, o lime é mais azedinho, menor e mais amarelo. Talvez o que a gente chame aqui de limão galego. (sou péssima de feira!). E o lemon é o limão verde de sempre mesmo. O bitter que complementa essa limãozada toda é tipo uma angostura, que descobri também com essa banqueteira, serve como um sal-de-frutas, um digestivo!

Categorias:Bebideeenhas

Eu bebo sim, e estou viveeendo… (parte 3)

Nem sempre a gente consegue dar o devido destaque pras bebidinhas diferentes que encontramos por aí. Pudera…a gente come cada coisa estranha que ofusca tudo mais!

Por isso mesmo que eu acho super justo com os líquidos que a gente dedique um espaço diferenciado só pra eles. Mesmo que seja pra registrar que eles são horríveis, péssimos, perfeitamente ingostosos!

Bebi sim e não gostei:

É bebível, mas é ruim!

Goya sabor coconut – lembra leite de côco com gás. Mas a aparência é de água de côco com gás. O cheirinho é muito melhor que o sabor!

refrigereco americano sabor cerveja sem graça

Malta da Iberia – o intragável deste post. Num deu pra terminar a garrafinha de tão ruim! Num compre se puder evitar!

refri sabor gengibre (prefiro Ginger Ale da Canada Dry)

O gosto de gengibre do Ginger Beer é bem mais forte que o do Ginger Ale. Mas é daqueles refris que não tem quase nada de gás e, neste refri, isso num ficou bom não!

um refri sabor cor de rosa

Kola Román – típico da Colômbia, tem sabor de água cor-de-rosa com açúcar. Bonito de ver, sem graça de tomar.  No proximo post sobre bebidas, revelo qual o melhor refri colombiano da Colômbia toda!

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