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Archive for Fevereiro, 2012

Em busca da melhor feijoada de São Paulo: Star City

Hoje, falaremos sobre uma das feijoadas mais tradicionais de São Paulo, embora muitos nunca tenham ouvido falar do Star City.

A casa existe desde 1953, praticamente a mesma idade do Bolinha (veja nossa opinião sobre a Feijoada do Bolinha).

A feijoada do Star City é servida em cumbucas que vêm à mesa com todas as carnes juntas, e é servida a vontade. O preço por pessoa é de R$ 53,90. Um pouco cara, é verdade…

O ambiente é retrô e as mesas pequenas:

Ambiente retrô e pequeno

Origami!

De entrada, trouxeram pães, torresmo, molho de feijoada e laranjas (sim, laranjas! É engraçado, mas veio com a entrada…):

Pães

Torresmo

Molho de feijoada

Laranjas

No cantinho da mesa, assim como vemos saleiros e paliteiros em alguns lugares, havia farinha e molho de pimenta:

Farinha de mandioca

Molho de pimenta

Até aqui, tudo bem. O molho de pimenta estava forte e saboroso, como gostamos. O torresmo é só a pele, não tem carne nem gordura, é bem crocante, e parece baconzitos de tão leve. Eu não sou muito chegado em torresmo, mas para quem gosta deve ser bacana esse estilo de preparo.

Já a laranja, apesar de gostosa, veio com sementes e um pouco de bagaço. Depois da Casa da Lana, ficamos mal acostumados e ficamos na expectativa daquela laranjinha que só a sua mãe preparava para você…

Logo em seguida, vieram os demais ingredientes:

Arroz parboilizado

Mais torresmo, banana a milanesa, couve, bacon, mandioca frita e bisteca

Cumbuca de feijoada (a garrafa de Coca-Cola é para vocês terem noção do tamanho)

Arroz parboilizado não é o nosso preferido, mas tudo bem.

Dentre os acompanhamentos,  o grande destaque foi a bisteca, bem grelhada, muito bem temperada, e com um toque de limão delicioso. Quase pedi o repeteco, mas tinha tanta comida na mesa que fiquei com remorso…

A couve estava bem verdinha, mas eu diria que refogaram um pouco além do ponto ideal. A mandioca não estava boa, não. Muito dura e farinhenta. O torresmo é o mesmo da entrada. A banana estava regular. E o bacon, apesar de um pouco oleoso, tinha muita carne e estava uma delícia.

Quanto à feijuca, a primeira observação é que a cumbuca é gigante para duas pessoas. Reparem na garrafa de Coca-Cola para terem uma noção! Apesar de todo o meu esforço, comemos apenas metade… Repeteco, então, nem pensar!

O caldo não era dos mais bonitos, mas a consistência estava boa, cremosa e o sabor ganhou quase nota máxima desta Cabeça de Gordo. Com relação à aparência, parece-me que tinha muita gordura e que o feijão foi batido no liquidificador para engrossar o caldo.  Não gosto muito desta tática…

Já as carnes ganharam nota mediana. A linguiça e o paio estavam bons e vieram em boa quantidade. Estava difícil de encontrar lombo naquela cumbuca, mas os que encontramos estavam gostosos. A carne seca diria que estava regular, assim como a costela.

No geral, a feijoada estava muito boa. Eu poderia me acabar somente no arroz com feijão, calabresa e bisteca.

O atendimento foi mediano. Um pouco lento, mas simpático e atencioso.

Apesar de algumas restrições, diria que essa é uma das feijoadas imperdíveis de São Paulo. Ela ainda não é a feijoada perfeita que estou procurando, mas é muito boa, tradicional, e a preferida de muita gente. Bom, prove você mesmo e me diga o que achou, combinado?

Em tempo: apesar do forte ser feijoada, há outros pratos no cardápio, como o cassoulet e o filet à cubana.

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Star City:

End: Rua Frederico Abranches, 453, Santa Cecília, São Paulo, SP

Tel: (11) 3331-2044

Funcionamento: de 3a a sábado, das 11hs às 23hs. Domingo até 17h.

Preço: R$ 53,90/pessoa.

Site: http://www.starcity.com.br

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A melhor coxinha de São Paulo – é a do Jorge!

Fui pra Juiz de Fora (MG) faz umas semanas e uma pessoa que conheci por lá soltou: “vocês de SP adoram essas coisas de melhor isso ou melhor aquilo”.

Puxa! Num sei se é coisa de paulista, mas eu adoro mesmo! E percebi que eu e o Cabeça de Gordo somos muito obstinados nestas buscas (seja do tiramisú, do steak tartar ou da feijoada).

Pra num acharem que somos eternos descontentes e que é essa busca pelo ‘melhor’ que nos move, vou dividir com vocês um achado de muitos anos: a melhor coxinha de São Paulo.

Gente, o lugar se chama, pelo menos de acordo com a fachada, Doce & Cia., contudo, ninguém ali da região de Pinheiros deve saber disso. É mais fácil você perguntar pelo boteco do Jorge, boteco da sopa ou bar do japa.

É na rua Fradique Coutinho, 527, quase esquina com a Teodoro Sampaio que está a coxinha da minha vida! Pareceu exagero, né? É que minha relação com ela é antiga. Começou quando eu ainda estava na faculdade e vagava desesperadamente pela vizinhança do meu recém alugado apartamento buscando por um lugar pra jantar.

O Jorge apareceu na minha frente meio desconfiado e discretinho (me refiro ao lugar, não à pessoa do Jorge, o dono). Um toldinho bege, um bufezinhoinho logo na entrada com um caldeirão da sopa do dia, uma máquina destas de água de côco e umas poucas mesinhas.

Atrás do balcão, uma família japa. Um senhorzinho e o Jorge, sempre muito simpáticos e prestativos. O Jorge, agora a pessoa, é super japonês…a gente pede um hambúrguer e ele responde “hai”. É até engraçado…mas taí uma das coisas que eu adoro por lá. Já o senhorzinho é uma figura! Ele tá sempre de mau humor (aquele mau humor engraçado, meio ranzinza). A gente imagina que seja por frustração…por ele vender a melhor coxinha de SP, quando o sonho dele era vender o melhor pastel!    🙂

Bem, vamos às fotos:

A estrela!

Tem com e sem catupiry (na base mais larga). O frango é desfiado, não masserado. Tem um pouco de cebolinha e fica ma-ra-vi-lho-sa com a pimentinha que eles fazem por lá mesmo.

Mas, nem só de coxinha vive o Jorge. Tem também:

Bolinho de carne e coxinha!

O bolinho de carne também é show…desde que precedido por uma coxinha! rs

Empadinha de frango ou palmito…e coxinha!

As empadinhas são muito boas também, desde que…sim, com coxinha!

Esfiha de carne…e coxinha!

Essa esfiha é supreendente. De massa folhada, por fora é sequinha e por dentro é molhadinha. A carninha é bem temperada, uma dilícia! A coxinha? Já comi!

Fora isso, tem muitos outros salgados ótimos: pizza frita, pão de queijo, bolinho de bacalhau. Ah, tem sanduíches, saladas e pratos tipo PF também.

Comeu um salgadinho? Agora peça a sopa do dia:

Sopa do dia, couve e paio

Segunda tem sopa de feijão, terça é mandioquinha, quarta é ervilha, quinta é canja e sexta é abóbora ou caldo verde. É assim há anos! Você pode pedir essas sopinhas deliciosas com paio e couve, fora isso tem esse complementos:

Pãozinho, queijo meia-cura, pimentinha matadora

Agora vamos aos doces imperdíveis:

Bomba e trouxinha de chocolate

Tem bomba de chocolate, de café e baunilha. A minha preferida é essa da foto mesmo. O Carlão, o garçom, já sabe a minha sequência: uma coxinha com catupiry, uma sopa pequena e uma bomba de chocolate! Yammy!

Quindim! Amoooo!

O quindim do Jorge tem muito creminho amarelo e pouco côco! Eu adoro essa proporção. Não é daquele tipo mega-doce, nem parece que tem ovo, tá sempre fresquinho, e tem essa cor amarelo brilhante-me-come!

O lugar é bem simples, o atendimento é de amigo. O preço é super ótimo, ainda mais pra região. Se vc for na minha sequência e pedir um refri, vai pagar menos de 20 reais!

Desafio vocês me indicarem uma coxinha melhor que a do Jorge!! 😉

Doce & Cia
R. Fradique Coutinho, 527 – Pinheiros
Tel: (011) 3819-5921

ps. eles aceitam encomendas pra festas e vendem lá uns big quindins e big bombas de chocolate pra viagem

ps. Viram este ranking do Guia da Folha? “Saiba quais as coxinhas mais gostosas de SP”

Eu bebo sim, e estou viveeendo… (parte 4)

15/02/2012 1 comentário

Eu super gosto desta série! He, he…

Aqui vão mais bebidinhas diferentosas que provamos neste mundão de meu Deus!

Vamos começar pelas gaseosas de Colombia:

É a Fanta da Colômbia.

A Quattro é sabor toranja, vejam bem! Pra quem não conhece, toranja é uma fruta-filha da laranja com o pomelo. Por sua vez, o pomelo é tipo um primo distante da laranja, muito comum em alguns países da América Latina. Eu, que adoooooro um refri colorido, super gostei do Quattro.

 

O melhor refri da Colômbia!

Gente, nós viciamos no Postobon de manzana! Bebemos vários litros na Colômbia e também trouxemos vários outros na mala! Sim, tem gente que traz litros de vinho, outros trazem litros de perfumes…nós trazemos litros de Postobon de maçã. A última garrafinha ainda tá na geladeira esperando por uma ocasião especial para ser degustada!

 

A cerveja que é preferência nacional...por lá!

A gente num se lembra muito bem o que achou desta cerveja. Sofremos bullying de nós mesmos para prová-la, já que a Club Colombia é presença dominante nos bares e restaurantes do país. Se a gente num lembra é porque não marcou, né?! Nem pro bem, nem pro mal

A damn good drink! Precisa dizer mais?

Faz uns 6 anos que eu guardo esta foto com muito carinho e saudade. A Frank é realmente a damn good drink e me ensinou a diferença entre limão e limão! É que `lime` (pra mim) sempre foi limão. E `lemon` também. Ou seja, era tudo pra fazer limonada…mas aí, na Nova Zelândia, eu morei um tempo com uma banqueteira (chic no úrtimo) e ela me mostrou os diferentes tipos de limão que tinham por lá. Simplificando, o lime é mais azedinho, menor e mais amarelo. Talvez o que a gente chame aqui de limão galego. (sou péssima de feira!). E o lemon é o limão verde de sempre mesmo. O bitter que complementa essa limãozada toda é tipo uma angostura, que descobri também com essa banqueteira, serve como um sal-de-frutas, um digestivo!

Categorias:Bebideeenhas

Comer, beber e viver em São José dos Campos: Restaurante Yamabuki

Acho que já comentamos, por aqui, que moramos alguns anos em São José dos Campos. Uma das nossas dificuldades era encontrar um bom restaurante japonês. Provamos quase todos. Até então, só gostávamos dos restaurantes do bairro da Liberdade, em São Paulo. Tanto pela qualidade como pelo custo.

No entanto, depois de algumas recomendações, fomos ao Yamabuki. E que grata surpresa!

Esse é um restaurante peculiar. A começar pelo horário de funcionamento: de 3a a 6a, eles abrem somente no jantar, de 18 às 22hs (se chegar às 21h30 eles não deixam entrar, pois não dará tempo de sair até 22hs! Falo por experiência própria!). Sábado e domingo abrem apenas das 12 às 14hs no almoço e das 18 às 22 horas no jantar. Porém, na 4a semana do mês, eles fecham no domingo e abrem na 2a seguinte.

E por que esses horários pitorescos?

O restaurante foi fundado pelo sr. Koyama, que chegou ao Brasil há cerca de 35 anos para trabalhar na Panasonic, mas que tinha a culinária como hobby. Após se aposentar, resolveu abrir um restaurante. Nesse local, ele cozinha por prazer e para fazer nossos estômagos felizes. A ideia não era ficar estressado, servindo os clientes de domingo a domingo, 12 ou 14 horas por dia.

Esses horários restritos se devem a isso e para poder trabalhar com uma equipe reduzida e custos adequados ao porte do restaurante, respeitando as folgas estabelecidas pelas leis trabalhistas. Além disso, ele mesmo cozinha os pratos que são servidos.

Nos dois andares do pequeno restaurante, pode-se acomodar cerca de 30 pessoas. É um local pequeno e simples. Algumas pessoas comem no balcão e desfrutam de um bate papo com o Sr. Koyama, quando a cozinha dá uma folga.

Há também duas unidades em shoppings da cidade. Porém, dentro de um shopping, a qualidade não poderia ser a mesma, claro! Se querem provar o melhor restaurante japonês de São José dos Campos, minha recomendação é ir à unidade da Praça São Dimas.

Nas nossas idas ao Yamabuki, provamos diversos pratos, mas não temos fotos de todos. Muitas vezes, comemos os rolinhos primavera como entrada:

Rolinhos Primavera

São excelentes. Crocantes, saborosos, chegam bem quentes à mesa (cuidado para não queimar a boca!).

Outro destaque é o espetinho de língua de boi. Algumas pessoas ficam impressionadas e confesso que tinha um certo receio antes de experimentar. Mas não é que esse negócio é bom? Depois de provar, comemos em quase todas as nossas idas.

Espetinho de língua de boi

O gosto é de uma carne um pouco gordurosa, um misto de carne de vaca com carne de porco, mas um pouco mais consistente. Dica: esqueçam o nome, não visualizem as partes do boi, e provem!

Como não poderia deixar de ser, muitas vezes escolhemos o combinado de sushi e sashimi.

Combinado de sushi e sashimi

Talvez esses sejam os pratos mais difíceis de preparar, na culinária japonesa. Contudo, o Sr. Koyama os prepara com maestria. Os peixes são bem escolhidos, somente as partes corretas são utilizadas para fazer o sashimi e o sushi (o grande erro da maioria dos restaurantes é querer usar todo o peixe, por uma questão de custos) e os cortes são precisos, nem muito grosso, nem muito fino. O arroz também é de boa qualidade e bem temperado, sem exagerar no vinagre ou no açúcar, outro erro comum em restaurantes japoneses.

Aliás, essa era a minha grande crítica aos restaurantes de São José dos Campos: nenhum deles prepara um bom sushi e sashimi. Segundo o chef Carlos Watanabe, do Sushi Kiyo, são necessários 10 anos de experiência para poder se tornar um sushiman. Com a proliferação dos restaurantes japoneses (hoje, há mais que pizzarias) e a competição por preços, os auxiliares foram alçados à posição muito antes de estarem preparados para a função, com um ou dois anos de experiência.

Um indicador da qualidade do restaurante é o cheiro: se você entrar e sentir cheiro de peixaria, é melhor procurar outro lugar.

Outro dos nossos preferidos é a gelatina de café com licor de ameixa e leite condensado:

Gelatina de café com leite condensado

Mais uma razão para ir à unidade da praça São Dimas: essa sobremesa não está disponível nas outras unidades. Aliás, não é muito fácil de encontrar mesmo em restaurantes paulistanos. Se você não conhece, prove. É uma experiência diferente para ocidentais. E uma delícia, pelo menos para o meu paladar.

Há ainda outros pratos interessantes que não fotografamos, como o Yakissoba à moda japonesa e o Ague Soba. O primeiro é um yakissoba diferente do que estamos acostumados a comer em restaurantes chineses. É menos oleoso, mais saudável, incrivelmente saboroso, com vegetais ainda crocantes e uma cor bonita. O segundo é preparado com o macarrão frito, ao invés de cozido. Eu sempre gostei mais da primeira opção, mas muitos dos meus amigos preferem o ague soba.

Com relação ao atendimento, não diria que é o forte do restaurante. Às vezes, os garçons são um pouco lentos e esquecem de nós, mas em geral são simpáticos e educados.

Os preços são justos. Pela qualidade dos ingredientes e esmero na preparação, é um bom custo benefício. Um combinado como o da foto sai por cerca de 50 reais. O espetinho de língua uns 4 reais.

Ficou com água na boca? Então, façam uma visita ao Sr. Koyama:

Restaurante Yamabuki

Praça Monsenhor Ascânio Brandão, 14, Jd São Dimas, São José dos Campos

Tel: (012) 3941-3674

Horários: de 3a a 6a das 18 às 22hs. Sábado e domingo das 12 às 14hs e das 18 às 22 horas. Na 4a semana do mês, eles fecham no domingo e abrem na 2a seguinte.

Um belo ravioli no Arturito

Já faz um tempo que queríamos ir ao Arturito, desde o São Paulo Restaurant Week 2011, para ser mais preciso. No entanto, o restaurante lotou rapidamente e não conseguimos reservas.

Há algumas semanas atrás, finalmente fomos e não nos arrependemos!

O Arturito é comandado pela chef argentina Paola Carosella. Possui um ambiente bonito, agradável, com pé direito alto, favorecendo o conforto acústico dos clientes.

O atendimento é profissional e simpático, porém, um pouco lento. Nada muito grave.

Neste dia, estava com pouca fome e pulamos a entrada. Comecei com um surpreendente ravioli de abóbora e queijo de cabra com manteiga de sálvia e nozes pecã.

Ravioli de abóbora e queijo de cabra com manteiga de sálvia e nozes pecã

A porção é pequena, pois supõe-se que você vai comer uma entrada e sobremesa também. Não pense em comer somente o prato principal se não estiver com pouca fome de verdade!

Já o sabor é excelente. Simplesmente um dos melhores que comi em minha vida! Recomendo sem medo de errar!

A Glutinha foi no Gnocchi di ricotta di búfala, com molho de tomates italianos e linguiça caseira de nobre porco. Disse-me ela que estava muuuito bom, mas que o meu estava melhor. Eu provei e gostei desse gnocchi, mas concordo que o meu ravioli estava mais gostoso.

Gnocchi di ricotta di búfala

Como sobremesa, pedi a “Deliciosa sobremesa sem nada de açúcar”, uma torta fina de ganache de cacau com sorvete vegano de baunilha e banana. Taí um doce imperdível! Para os chocólatras, então, é obrigatório. E você ainda fica com a consciência tranquila de ter comido uma sobremesa sem nada de açúcar… Ai que ironia…

Deliciosa sobremesa sem nada de açúcar

A Glutinha escolheu o mousse de chocolate. Os biscoitinhos estavam deliciosos, bem macios, desmanchavam na boca. Já o mousse, achamos doce demais. E como a sobremesa era grande, ficou um pouco enjoativo.

Mousse au chocolat com shortbreads

Neste dia, havia mais pessoas conosco, que provaram a Prejereba grelhada (o nome engraçado é, na verdade, uma espécie de corvina), o polvo e outros pratos, todos elogiados. Entretanto, nossa política é só publicar fotos dos pratos que provamos. Mas não se preocupem, pois certamente voltaremos e comentaremos as demais opções!

Com relação aos preços, é um restaurante caro. O Ravioli sai por R$ 49,00, o gnocchi por R$ 58,00, o mousse R$ 29,00 e a minha sobremesa “light” sem nada de açúcar custa meros R$ 28,00. Caso queiram ver o preço dos demais pratos, no site do Arturito tem tudo.

Para resumir, nossa sensação é de queremos voltar, mas os preços nos farão pensar duas vezes.

Arturito:

Rua Artur de Azevedo, 517, Jd Paulista, São Paulo

Tel: (011) 3063-4951

Site: www.arturito.com.br

Horários (é, eu também achei complexo…): 2a das 19 à meia-noite; terça a quinta das 12h às 15h e das 19h à meia-noite; sexta das 12h às 15h e das 19h à meia-noite e meia; sábado das 12h30 às 16h e das 19h à à meia-noite e meia; domingo das 12h30 às 16h.

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