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Comer, beber e viver em São José dos Campos – episódio “Tortillas no Chinese House”


Após alguns anos na capital do Vale do Paraíba, chegou a hora de dizer adeus. Então, para o nosso tour gastrônomico de despedida por São José dos Campos, fizemos uma listinha de restaurantes que acalentaram nossas almas famintas por bons pratos em meio a um universo tão restrito de boas possibilidades nestes anos de reclusão joseense (mal saí de lá e já estou impregnada novamente por esse pedantismo paulistano do “aqui é mais legal, aqui é mais legal”. Ou será uma característica minha mesmo?).
Questão existencial e comida chinesa deve dar indigestão, então, atenhamo-nos apenas aos comentários deglutiveis (acordei me achando a glutinha dos trocadilhos!).
Pedimos UM prato só e dividimos em TRÊS pessoas! Não se trata do milagre da multiplicação do yakissoba, não! Os pratos são grandes mesmo e os garçons sempre foram muito transparentes em aconselhar a divisão. Pedimos o prato com o nome mais fofo do cardápio: o Mú-Shú. Pra ser bem ilustrativa, vale dizer que é como uma tortilla mexicana, só que feita de arroz e recheada com moyashi, carne de porco em tirinhas mega finas, cebolas, cenouras e outros leguminhos de sabor e aparência uníssonos.

Tortillas

Ao invés de guacamole e sour cream, tinha farinha de amendoim e uma pimentinha das boas pra complementar o recheio antes de embrulhar tudo na tortilla de arroz e comer como se fosse uma panqueca. Bom, muito bom!

Recheio, pimenta brava e amendoim moído

Preparando o Mú-Shú

Mú-Shú pronto

Lá não tem nenhuma opção de bebida típica, então fomos de refri mesmo. De sobremesa também é fraquinho, só tem frutas carameladas, embora o cardápio iluda um pouco com promessas de doces indisponíveis em todas as vezes que fomos lá.
Como a maioria dos restaurantes em SJC (exceto pizzarias), o Chinese House fecha cedo, por isso, lá pelas 11 da noite recebemos polidamente a conta e três balinhas.
Quanto foi? Cerca de 50 reais com bebidas pra dividir em três! Adoro! A terceira pessoa que nos acompanhou neste e em vários outros bons e maus restaurantes é o nosso amigo de codinome recém batizado de Matsumono. Mix do sobrenome dele e sunomono, uma conservinha japonesa. Hey, Matsumono, é você mesmo! Te esperamos aqui para a próxima incursão do engorda japas!

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  1. Matsumono
    22/12/2010 às 5:29 PM

    Espero que o codinome de batismo seja mais pela semelhança do nome do que com o “conservinha japonesa”… rsss
    Apenas acho que deveriam ter ressaltado, para dar uma real dimensão do prato, que o terceiro elemento (agora intitulado Matsumono) tem, por sí só, quase o tamanho dos outros dois juntos… na largura. A altura é um pequeno detalhe de pequena estatura… rsss

  2. Denis
    02/12/2010 às 9:51 AM

    Parece um crepe, uma tortilla, um burrito, um kebab… uma variação pra cada país, mas a essência é igual.

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